As Receitas do Selminho

Há quem diga que cozinhar é uma arte ou uma obrigação. Mas para mim é um grande prazer, uma forma de descontrair e relaxar.

As Receitas do Selminho

Há quem diga que cozinhar é uma arte ou uma obrigação. Mas para mim é um grande prazer, uma forma de descontrair e relaxar.

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Há quem diga que cozinhar é uma arte ou uma obrigação. Mas para mim é um grande prazer, uma forma de descontrair e relaxar.

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Há quem diga que cozinhar é uma arte ou uma obrigação. Mas para mim é um grande prazer, uma forma de descontrair e relaxar.

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domingo, 7 de janeiro de 2018

Broas doces de abóbora e frutos secos


Abóbora cozida com uma casca de laranja (guardar um pouco da água da cozedura) 650 g

Farinha de trigo 750 g
Farinha de milho branca 250 g
Fermento de padeiro 25 g
Açúcar 250 g
Sal q.b.
Canela 1 colher de café
Erva-doce moída 1 colher de chá
Passas 150 g (corintos ou sultanas)
Pinhões 75 g
Nozes picadas grosseiramente 125 g



Misturam-se as farinhas e escaldam-se com a abóbora acabada de cozer, mexe-se bem com uma colher de pau.

Dissolve-se o fermento de padeiro num pouco da água da cozedura da abóbora, que deve estar morna, adiciona-se à mistura das farinhas e trabalha-se bem.
Junta-se o açúcar, a canela e a erva-doce e trabalha-se a massa até fazer bolhas. Tapa-se com um pano e abafa-se para levedar num local morno e sem correntes de ar.
Quando a massa tiver dobrado de volume juntam-se os frutos secos, misturam-se bem na massa e com as mãos enfarinhadas tendem-se pequenas broas redondas que vão ao forno bem quente em tabuleiros untados e bem polvilhados de farinha.


Receita retirada da página Sapolifestyle, fiz algumas alterações nos frutos secos, só utilizei farinha de trigo e aumentei um pouco na quantidade da farinha.
Diz quem provou: "queremos mais".


quarta-feira, 1 de abril de 2015

Folar doce



Mais uma edição do grupo Dia Um... Na Cozinha! Desta vez e porque estamos a chegar á Pascoa, o tema são os Folares doces ou salgados.

Ao fim de três tentativas e já quase a desistir, lá saíram uns Folares doces e fofos, digo no plural porque como o grupo tem vários cozinheiros, optei por fazer não um, nem dois, mas quatro folares e de várias formas, assim dá para todos.

1200g de farinha sem fermento
300g de açúcar
150g de manteiga
50g de fermento fresco
360ml de leite morno
3 ovos
1 c. de sopa de erva doce
1 c. de sopa de canela
1 pitada de sal
Raspas de limão

Coloque a farinha numa taça, faça um buraco ao centro, junte a manteiga em pedaços e amasse com as mãos.
Dissolva o fermento no leite e vá adicionando à farinha aos poucos. Junte o açúcar, o sal e os ovos, a canela, a erva doce e a raspa de limão, amasse tudo muito bem até todos os ingredientes ficarem bem ligados e despegar dos dedos. A massa tem que ficar rijinha.
Forme uma bola e deixe levedar cerca de 1 hora ou até que dobre de volume.
Numa superfície enfarinhada, divida a massa em 4 partes iguais. 
Depois pegue em cada uma das partes e faça as formas que pretender.
Disponha os folares em tabuleiros forrados com papel vegetal e deixe levedar mais 1 hora.
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Pincele os folares com ovo batido e leve ao forno cerca de 15 a 20 minutos.




















terça-feira, 25 de março de 2014

Fogaça de Santa Maria da Feira


A Fogaça é um pão doce português que remonta ao séc. XVI, a  Festa das Fogaceiras ou o 20 das fogaças que se realiza todos os anos, a 20 de Janeiro em honra a S. Sebastião. 
Em 1505 o País foi fustigado por uma “epidemia brava e cruel”, a peste. Os Condes do Castelo da Feira, apelaram ao Mártir S. Sebastião para que acabasse com o morticínio dos Feirenses, prometendo-lhes a realização de uma festa anual, onde o “voto” seria a “fogaça”! 
Este é o inicio da história das fogaças, não acaba aqui mas foi o que fez nascer a grande festa que se realiza até os dias de hoje.
Tentei fazer duas vezes e com a ajuda da minha amiga Carolina, á terceira é que foi, a sua confecção é um pouco demorada, mas vão ver que o resultado final compensa.
Nesta receita não leva, mas pode adicionar um cálice de vinho do porto, também fica muito bom.

Para o isco:
200g Farinha T55

120ml de água morna
50g Fermento fresco de padeiro



Para a Massa:

600g de farinha T55

150g de açúcar
120g de manteiga (amolecida)
1/2 colher de café de sal
3 ovos
1 colher de café de canela em pó SULDOURO
1 colher de café de raspas de limão

Para o isco:
Dissolver o fermento na água e juntar a farinha, até obter uma massa mole, deixe levedar entre 15 a 30 minutos conforme a temperatura do ambiente.
(Tente manter portas e janelas fechadas, de modo a não haver correntes de ar, para levedar mais rápido, pode pré aquecer o forno com a porta do mesmo aberta, quanto mais quente o ambiente estiver, mais rápido leveda)

Depois do isco pronto, adicione o açúcar, a canela, o sal, os ovos, a raspa de limão, a manteiga e a farinha, amasse muito bem com as mãos, a massa fica um pouco dura e tem que despegar das mãos, caso não despegue e a massa esteja um pouco mole, adicione mais farinha até obter o resultado pretendido.
Deixe levedar o tempo necessário para a massa dobrar de volume (cerca de 30 minutos).
Assim que vir que a massa dobrou, divida em duas partes e molde cada uma das partes num rolo comprido semelhante a uma serpente, isto é, mais fino numa das pontas e mais grosso na outra.
Espalma-se o rolo, ficando uma tira que se começa a enrolar pelo lado mais largo, vá apertando para que fique bem apertado, resultando numa pirâmide.
Coloque as pirâmides num tabuleiro forrado com um pano polvilhado com farinha ou em papel vegetal, onde voltam a levedar (entre 30 minutos e 1 hora).
Pincelam-se com ovo batido, com uma tesoura, dão-se quatro golpes no topo da pirâmide de que resultarão as "torres do castelo".
Leve as fogaças ao forno entre 180º a 200º durante 15 minutos, passado esse tempo, tiram-se para fora, com as mãos, separam-se as "torres do castelo", permitindo assim que o calor penetre no interior das fogaças, cozendo-as uniformemente.
Voltam ao forno para acabar de cozer, mantenha-as a meio do forno e vá fazendo o teste do palito.